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Durante sua passagem pelo Brasil, em dezembro de 2019, Gal Gadot concedeu uma entrevista à revista GQ do México, na qual ela fala sobre Mulher-Maravilha 1984 e sobre a luta das mulheres em Hollywood. Confira a tradução abaixo!

São primeiros dias de dezembro de 2019 e os raios de sol batem com toda a força em São Paulo, uma cidade com uma vibe particular: os acordes da bossa nova se misturam às construções impressionantes, enquanto a alegria brasileira se faz sentir as “ruas” e o vento que sopra nos fazem pensar que a qualquer momento vamos dar de cara com o mar, mesmo que esteja há centenas de quilômetros.

Quem vive no hemisfério norte tem uma associação na cabeça a respeito do mês de dezembro: frio, neve (em alguns casos) e árvore de natal ao pé da lareira. Nessas latitudes, tudo muda completamente. A decoração da estação deve dar conta do calor intenso que dá as boas-vindas ao verão. A notícia de um vírus potencialmente contagioso em algumas partes da Ásia parecia distante para a América na época, uma preocupação que ainda não havia chegado até nós. O fato é que, naquela época, São Paulo havia se tornado o epicentro e ponto de encontro de milhares de fãs de quadrinhos que vinham de diversos cantos da nação sul-americana (e até mesmo de fora de suas fronteiras.) para ser parte da CCXP, que reuniu nomes como Margot Robbie, Henry Cavill e Mark Hamill. Mas a cereja do bolo viria no último dia.

MEU ENCONTRO COM A MULHER MARAVILHOSA

A cidade está apenas começando a acordar de seu sono matinal de domingo. O carro que me leva direto ao Palácio Tangará (situado em uma extensa área verde em meio a toda a mata de asfalto) circula suavemente no trânsito de São Paulo, que tem uma das piores fama, mas desta vez, é uma exceção ao régua.
Assim que atravessamos a cerca que separa a propriedade, tudo se torna opulência à nossa volta, enquanto no horizonte, aos poucos, começa a surgir o resort, que realmente faz jus ao seu nome. O veículo preto para e um homem abre a porta do lado em que estou viajando.
“Bem-vindo”, ele me diz. Outro senhor, vestido com um terno preto, logo transforma a conversa em sua língua, o inglês: “Sr. Germán. Me siga por aqui”. O contexto é imbatível: sinto-me imerso em um filme em que tenho como missão conhecer uma princesa cujo objetivo principal é resgatar o mundo de qualquer mal. E assim é. Se por fora o hotel faz jus ao seu nome, por dentro é como pisar num verdadeiro palácio. Um elevador nos leva diretamente ao terceiro andar. “Está tudo pronto para a sua entrevista”, diz-me o homem de preto, e as expectativas aumentam. Um longo corredor com carpete carmesim se estende diante de nós assim que as portas do elevador se abrem. O cavalheiro assume a liderança e eu o sigo.

Caminhamos alguns metros e, de repente, ele para na frente de outra porta. “Um momento, por favor”, diz ele. Abre lentamente e fecha após entrar. Tenho pouco tempo para examinar as pinturas que decoram o longo corredor. “Pronto, Sr. Germán. A senhorita Gadot está esperando por você”, ele me garante.
A sala está perfeitamente iluminada graças a uma enorme janela que mostra a fascinante área verde que circunda o resort. A luz me cega por um momento. Tento focar minha visão e então a vejo vestida com um elegante vestido branco e seu cabelo preto contrastando com a roupa. Gal Gadot agradece o cartão-postal oferecido pelo terraço, mas assim que nos ouve entrar, ela vira a cabeça e sorri para nós.
Após as devidas apresentações, nos acomodamos ao redor de uma mesa. “Como o Brasil está tratando você?” Peço a ela que quebre um pouco o gelo.
“Surpreendente. Gostaria de dizer que conheço muito, mas não. Gostaria de sair ainda mais e curtir o dia lindo e a vitamina D que o sol nos dá”, diz ela com uma risada.

À noite, Gal será a encarregada de encerrar a edição de 2019 da CCXP, por isso, nos jornais e na televisão, sua visita ganha as manchetes. A expectativa para a Mulher-Maravilha 1984 foi crescendo com o passar dos dias, desde seu anúncio, principalmente após o sucesso que representou o primeiro filme, que chegou a ser considerado um dos indicados ao Oscar. E embora não tenha sido assim, foi colocado como um dos favoritos do público em 2017, dos amantes do Universo DC e, claro, dos fãs de quadrinhos.

“Esta sequência representou um desafio”, confessa a atriz israelense. “Foi um projeto muito ambicioso desde o início. Mesmo antes do início das filmagens, muitos nos disseram que não teríamos sucesso, mas Patty (Jenkins, a diretora) e eu respondemos que íamos fazer isso. Enfrentar tal fita envolve uma longa preparação, especialmente no nível do corpo. Depois disso, embarcamos em uma filmagem que durou oito meses sem interrupção. Foi uma filmagem muito longa e, acima de tudo, muito física, porque vocês devem saber que uma das coisas que fizemos foi criar um novo estilo para as cenas de luta”, conta Gal. “Antes de iniciar a produção, Patty e eu fomos com nossas crianças para ver o espetáculo do Cirque du Soleil e, ao final, concluímos que era assim que queríamos que Diana lutasse dessa vez. E assim fizemos, trabalhamos com coreógrafos e evitamos CGI tanto quanto possível, embora isso significasse mais tempo e mais complicações. Por isso, foi uma filmagem longa, que representou um desafio, sobretudo porque sou mãe de duas filhas, e conciliar maternidade e trabalho às vezes é difícil.”

Desde que Lynda Carter vestiu o traje icônico, a personagem tem sido uma referência para muitos. Mas agora que Gal assumiu o Laço da Verdade, e principalmente por causa dos tempos em que vivemos, a Mulher-Maravilha se estabeleceu como uma inspiração para crianças, mulheres e homens. Isso é algo que a atriz sabe muito bem. “Não considero isso leviano, especialmente porque tenho filhas e entendo a importância de bons exemplos. Acho que agora, a herança da Mulher-Maravilha é muito importante e sou grata por isso. Para mim, é vital divulgar sua filosofia para o mundo e, de muitas maneiras, é o que procuro inspirar. Seja uma boa pessoa, seja positivo, ame os outros, faça o bem. Fico muito feliz que esse personagem tenha muito impacto entre as pessoas”.

SOBRE FEMINISMO E SEXISMO EM HOLLYWOOD

Não é novidade para ninguém que Gal Gadot é um dos nomes que tem se envolvido com a luta feminista na Meca do Cinema e em todo o mundo, além de ter aderido às diversas causas pelas quais as mulheres levantaram suas vozes para exigirem condições de igualdade. “Acho que Hollywood não parou de ser sexista. Acredito que enquanto esse problema persistir, será porque não alcançamos o ponto de igualdade que desejamos. Será um caminho longo, sem dúvida, mas ao mesmo tempo, está surgindo essa força de novas diretoras que fizeram filmes fenomenais recentemente, como Alma Har’el com Honey Boy ou Greta Gerwig; uma onda feminina que começou a encontrar seu próprio caminho em Hollywood e que teve sucesso. Estou muito feliz com esse aspecto, porque quanto mais elas forem, melhor será”, diz Gadot.
Mas o que falta para atingir esse ponto esperado? “Ok, agora você está entrando em um negócio sério. Vou te dizer o que é, pelo menos para mim. Pode ser difícil, mas considero que o mundo foi orquestrado e projetado para os homens, porque eles eram a principal força de trabalho. As mulheres começaram a trabalhar durante a Segunda Guerra Mundial, quando tinham que ir para a luta. Foi então que as mulheres começaram a se envolver com o círculo de trabalho, mas os cavalheiros já faziam isso há algum tempo”, reflete. “Não sou o tipo de mulher que aponta para os homens e os culpa por tudo, porque não acho que seja culpa de ninguém em particular; no entanto, acho que levará tempo para corrigir algo que se arrasta por anos e criar um bom ambiente para as mulheres terem oportunidades e salários iguais. Além disso, isso levará a questões como #MeToo, com o qual é importante que outras representantes do gênero feminino em posições importantes falem sobre o assunto. O trem está indo na direção certa e avançando, mas ainda há um longo caminho a percorrer”, continua. “O que podemos fazer para apoiar essa ideia?”, Pergunto a ela. “Oh, é muito gentil da sua parte (risos). Primeiro, contrate mulheres e promova-as em seus espaços de trabalho. Dê a elas as mesmas oportunidades que dariam aos homens e também pague-as de forma justa.”

Alguns dias antes, durante a apresentação de Aves de Rapina na CCXP em São Paulo, Margot Robbie havia garantido que o feminismo não era só para mulheres, mas também envolvia homens, uma declaração que ganhou as manchetes em um país cujo presidente é caracterizado por seus comentários machistas. “Concordo totalmente com Margot, diz Gadot. “Eu sempre digo que se você não é feminista, é chauvinista (risos). Portanto, todo mundo deveria ser feminista. Recentemente, tenho sido muito questionada sobre o empoderamento feminino e de que forma este filme pode contribuir para isso, e o que posso dizer é que Mulher-Maravilha 1984 significa muito para as mulheres, significa muito para mim, significa muito para meninas, mas você não pode empoderar mulheres apenas para mulheres; você precisa educar homens e meninos. Por isso, filmes como este são universais e para todos, porque estamos juntos nisso; Não se trata de uma competição, mas de ser tudo para todos.”
O tempo de conversar com Gal Gadot sobre cinema e feminismo passa rápido. E embora eu queira continuar me aprofundando no assunto, uma garota de sua equipe nos interrompe para me avisar que a atriz deve ir embora, pois um grupo de jornalistas locais a espera no andar de baixo com quem ela se encontrará em uma entrevista coletiva. Gal se despede com o mesmo sorriso que me cumprimentou. “Se você tivesse a oportunidade, em quem você colocaria o Laço da Verdade?” Eu questiono enquanto levantamos de nossos assentos para aproveitar o último momento. “Talvez os políticos e certos líderes mundiais para ver se estão fazendo a coisa certa para a humanidade. São tantos que não consigo escolher um em particular.” E termina com uma risada que enche a sala inteira.

 

Abaixo vocês podem conferir os scans da revista em nossa galeria!

Outubro – GQ (México)

 

De acordo com a BBC, Gal Gadot doou 3.442 libras para a campanha de arrecadação de fundos de uma menina britânica de 6 anos que sofre de uma forma rara de distrofia muscular, superando a meta da campanha.

A doação foi feita à Carmela Chillery-Watson através da página JustGiving. Carmela, que foi diagnosticada com Distrofia Muscular Congênita LMNA (L-CMD) em 2017, começou sua “maratona” de caminhada de um quilômetro por dia durante 30 dias vestida de Mulher-Maravilha para arrecadar fundos para a distrofia muscular do Reino Unido no início de setembro.

Na quarta-feira, nove dias após o início do desafio, Gal Gadot usou sua conta no Twitter para dizer que Carmela era sua “verdadeira garota maravilha”.

 

“Minha verdadeira garota maravilha! Uau, esse vídeo me surpreendeu. Você é uma verdadeira heroína. Tão inspiradora e forte. Espero que um dia possamos nos encontrar. Até então, estou mandando muito amor e um grande abraço!!!”

A Sra. Chillery-Watson disse que Carmela ficou “absolutamente encantada quando soube da notícia”. “Não podíamos acreditar quando descobrimos que Gal tinha feito uma doação tão grande”, disse ela “Estamos maravilhadas porque já conquistamos nossa meta”. Ela disse que o tempo era “muito precioso para Carmela”, mas ela estava “determinada a arrecadar o dinheiro”.

Uma porta-voz da Muscular Dystrophy UK disse que a Warner Bros confirmou que a doação foi feita por Gal Gadot.

Carmela compartilhou em seu Twitter que recebeu do elenco Gal Gadot e Patty Jenkins um poster de Mulher-Maravilha 1984 autografo por todo o elenco do filme.

“Muito obrigada por me enviar um pôster autografado do filme. Que surpresa maravilhosa. É incrível e mal posso esperar para pendurá-lo no meu quarto.”

Carmela encerrou seu desafio ontem, 30 de setembro, conseguindo superar sua meta, arrecadando mais de 14 mil libras no total. Parabéns para a pequena Maravilha por sua força e bravura!

Finalmente o grande dia chegou e fomos abençoados com o segundo trailer de Mulher-Maravilha 1984 durante o DC FanDome no último sábado, 22.

O trailer foi divulgado durante o painel do filme durante o evento e mostrou diversas cenas inéditas, além do visual incrível da Mulher-Leopardo, ou Cheetah. O painel de Mulher-Maravilha 1984 reuniu o elenco principal e contou com a participação especial de Lynda Carter, atriz que viveu Diana na série de TV dos anos 70.

Confira abaixo o trailer legendado e as screencaps em nossa galeria:


 

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A frase “Vai ser Épico!” nunca fez tanto sentido como agora… É isso mesmo, Gal Gadot estará em solo brasileiro em dezembro para a divulgação de Mulher-Maravilha 1984 na CCXP 2019!

Para celebrar o dia de hoje, o aniversário de 78 anos da Mulher-Maravilha, a CCXP19 e Warner Bros. anunciaram a vinda de ninguém menos que Gal Gadot para o festival. O anúncio foi feito durante uma live no canal de Youtube do Omelete e, além da estrela de Mulher-Maravilha 1984, a diretora Patty Jenkins também virá ao evento.

Gal Gadot e Patty Jenkins participarão do painel da Warner no Auditório Cinemark XD no domingo, 8 de dezembro. E as surpresas não param por ai, os fãs poderão ver o primeiro trailer do longa com exclusividade.

 

Gal e Patty mostraram em suas redes sociais o quanto estão animadas para virem ao Brasil.

“Oi Brasil! #WW84 está chegando ao Brasil na #CCXP em dezembro e estou muito ansiosa para ver todos vocês! #DayOfWonder”

“Tão animada para levar #WW84 para os fãs no Brasil! E no mundo!! Sintonize e até breve #CCXP! #DayOfWonder #Finally!!”

 
Confira abaixo todas as informações sobre o evento!

 

CCXP19

Datas: 5 a 8 de dezembro de 2019
Local: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, Água Funda, São Paulo -SP)

Sobre a CCXP
Em 2018, o festival recebeu 262 mil visitantes, batendo recorde de público e se estabelecendo mais uma vez como o maior festival de cultura pop do mundo. A CCXP já faz parte do calendário cultural do país e este ano acontecerá entre 5 e 8 de dezembro, no São Paulo Expo. Saiba mais em www.ccxp.com.br.

Ingressos CCXP
3º lote – de 1º de agosto até 4 de dezembro
Quinta-feira: R$ 240,00 (inteira), R$ 120,00 (meia) e R$ 140,00 (ingresso social).
Sexta-feira: R$ 300,00 (inteira), R$ 150,00 (meia) e R$ 170,00 (ingresso social).
Sábado: (ESGOTADO)
Domingo: R$ 440,00 (inteira), R$ 220,00 (meia) e R$ 240,00 (ingresso social).
4 dias: (ESGOTADO)
Epic: R$ 1.500,00
Full: (ESGOTADO)
Unlock: (evento voltado para profissionais do mercado de entretenimento): R$ 2.000,00

Corra e aproveite que ainda tem ingressos para domingo!

Na noite de ontem (02), durante o painel da Warner/DC na CinemaCon 2019 em Las Vegas, foram apresentadas diversas informações sobre os próximos lançamentos do estúdio no cinema, e entre eles estava Mulher-Maravilha 1984.

A Warner Bros. exibiu um novo vídeo durante seu painel, nele foi possível ver algumas cenas do filme, assim como dos bastidores de filmagens. Confira abaixo alguns relatos!

“Esta é a Mulher-Maravilha de pleno direito em Washington em 1984. Não se surpreenda se eventualmente vermos um pôster do filme Mulher-Maravilha 1984 com o Monumento de Washington ou algo sobre ele, para que você saiba onde o filme acontece.

Mulher-Maravilha mostra seu poder, jogando um guarda de segurança através de um corredor que parecia ser a Casa Branca. O motivo dela estar lutando na casa do Presidente dos EUA está além de nós, mas talvez haja algum tipo de ameaça com a qual ela está tentando lidar.

Mulher-Maravilha 1984 será seu próprio filme autônomo, não uma continuação, apesar de Steve Trevor (Chris Pine) estar inexplicavelmente de alguma forma de volta. Uma cena mostra Steve e Diana caminhando em frente ao Monumento de Washington.

Houve uma sequência rápida de luta dentro de um shopping padrão dos anos 80, com uma ação incrível de Gal Gadot com o laço da verdade, e uma cena de Diana correndo como uma super-heroína por uma rua movimentada, assistida por fios já que os efeitos visuais não estão concluídos ainda.

A estética deste filme é diferente das cores mais suaves de Mulher-Maravilha original. A influência do estilo visual habitual de Zack Snyder foi abandonada para uma paleta de cores mais vibrante, digna dos anos 80.

Peter e Ben certamente ficaram muito satisfeitos com o que viram, especialmente pela ação em exibição. Mas os anos 80 não eram apenas brilhantes, coloridos e divertidos. Com certeza, o personagem de Pedro Pascal nos mostrará o lado mais sombrio da década.

Em um rápido vídeo que mostrou cenas do filme e momentos dos bastidores, a diretora Patty Jenkins disse que Diana está agora com plena capacidade de seus poderes. Ela não está mais tentando entendê-los ou entender o que pode fazer. “Estamos muito animados com isso. Diana está agora com todos os seus poderes”, disse Jenkins. Além da diretora, a estrela de Mulher-Maravilha 1984, Gal Gadot, também fez uma rápida aparição no vídeo dos bastidores, “Isso me faz querer trabalhar mais para fazer algo ainda mais especial.” disse ela.”

 

Ninguém, até o momento, soube dar uma descrição completa da Cheetah de Kristen Wiig, mas muitos a descreveram como “amiga e inimiga” de Diana e elogiaram a caracterização, pelo pouco que foi mostrado no painel.

 

Uma pequena sinopse do filme também foi divulgada!

“Avançando para os anos 80, quando a próxima grande aventura de Mulher-Maravilha a encontra, ela enfrenta um novíssimo inimigo: a Cheetah.”

 

Não sabemos se a Warner pretende liberar o vídeo exibido no evento, já que os efeitos especiais ainda não estão finalizados.

Mulher-Maravilha 1984 estreia em 5 de Junho de 2019.

 

Com informações de Slash Filmes e Deadline.

Gal Gadot está na capa da revista americana Elle, na edição de dezembro, com uma matéria incrível sobre sua carreira e sua vida, com direito a diversos relatos de seus colegas de trabalho. Confira as fotos e entrevista traduzida abaixo:

Inicio > Ensaios Fotográficos | Photoshoots > 2017 > Paola Kudacki – Elle (Estados Unidos)

De uma mera perspectiva mortal, me parece o melhor filme numa época em que a economia é super trabalhadora: super poderes, super tecnologias e um estilo de vida super-secreto. Pegos por esses superlativos, é fácil ignorar todas as partes ruins do trabalho: ameaças de morte constantes, lutando contra o mal 24 horas por dia. E o código de vestimenta? Um macacão de latéx ou poliéster, o que significa zero carboidratos. E a menos que sua bexiga seja de superpotência – divirta-se no banheiro!

Estes são os encargos que a Liga da Justiça deve suportar, e com eles vem uma série de problemas de saúde mental, que vão do estresse pós-traumático (Batman) à depressão (Superman) ao transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (The Flash) à ansiedade (Cyborg) à crise de identidade (Aquaman). Adicione um vício (adicionar mais ansiedade, já que o filme Liga da Justiça estará nos cinemas neste mês) e você terá uma equipe do sonhos de qualquer co-dependente.

Depois, temos a Mulher-MaravilhaDiana, Princesa das Amazonas, ela é de Themyscira, uma ilha de mulheres que vivem em uma bolha de felicidade sem ser vista pelo mundo moderno em guerra, que pode ou não explicar por que ela é a única do grupo que não precisa de um psiquiatra.

“Tem sido anos de receio por ela ser “pura” e ainda assim ser resistente”, diz a diretora de Mulher-Maravilha, Patty Jenkins, quem, 75 anos depois de Mulher-Maravilha fazer sua estreia na DC Comics, trouxe a história da super-heroína para o cinema neste ano, estrelada por Gal Gadot. “As suposições de muitas pessoas sobre o que seria uma mulher resistente são na verdade uma mulher danificada. As pessoas confundem força com defensiva, e eu gostava de ‘Por que ela estaria na defensiva? Ela confia totalmente nas pessoas! Por que ela ficaria brava? Ela assume que vai ser bem tratada. Ela não tem um chip em seu ombro!'”

Espere até descobrir que está sendo paga 80 centavos no dólar.

Ao contrário de seus colegas, Diana tem um lado ensolarado e consegue usar alta costura no Themyscira Fashion Week: uma armadura romana – influenciada, mini vestido moldado de resina alinhado com um casaco de pele sintético, com botas de cano alto sobre o joelho, uma capa flutuante e acessórios únicos – uma tiara mágica, braceletes a prova de balas, uma espada e escudo de herança e um laço dourado da verdade.

Hoje sendo uma quarta-feira casual em Los Angeles, Gadot emerge, sem enfeites e desarmada, de um SUV preto com motorista, usando uma camisa de botão preta, calça de cintura alta e loafers (um sapato rasteiro) pretas da Gucci. Seu cabelo preto brilhante está em um rabo de cavalo; um pequeno brinco de diamante brilha no sol. Sem maquiagem, com um rosto em forma de coração, lábios em forma de arco de cupido e sorrindo, olhos de amêndoa, a atriz israelense parece muito mais nova do que 32 anos. Quando Jon Hamm a conheceu pela primeira vez “esta garota saltitante com uma boné de beisebol” no set do filme Vizinhos Nada Secretos, ele disse: “Eu pensei que ela era uma assistente da produção”.

Gadot (pronunciado Guh-dote) insistiu em que nos encontrássemos neste strip-mall (pode ser definido como centros de compras mais acessíveis, menores e menos tumultuados que grandes shoppings), pedindo que o nome do lugar ficasse fora do registro. “Porque, como você pode ver, é pequeno, apenas oito cadeiras. É incrível.”

Basta dizer que estamos em uma combinação de sushi, e dado os preços no menu, o peixe foi capturado à mão pelo Aquaman esta manhã. Gadot ordenando uma cerveja e o omakase (escolha do chef), diz ao garçom: “Sem ovos de salmão, nem ouriço do mar, nem moluscos”. O mesmo aqui.

“Você vai adorar”, diz ela. “Eles fazem a temperatura do peixe, cortam o peixe de uma certa maneira…  Se lembra da Soup Nazi em Seinfeld? ‘Nenhuma sopa para você!’ É assim: eles dizem: ‘Sem wasabi! Sem molho de soja!’ Eles controlam sua boca.” Ela ergue uma sobrancelha, encolhe os pauzinhos e se inclina. “Não, não fale sobre esse lugar”.

O sotaque definitivamente está funcionando para ela. Profunda e exótica, faz com que qualquer coisa que Gadot fale de divertido, ou mais triste, ou mais pesado, ou mais grave e, em geral, seja extra charmoso. Ainda mais, quando ela inverte a ordem das palavras ou tropeça em uma frase, ou enruga sua sobrancelha enquanto luta com uma definição: “O que isso significa, resoluto?”

“Quando eu estava com sede em Israel, antes de Mulher-Maravilha, antes de tudo, fui até minha treinadora de diálogo e disse a ela: ‘Meu objetivo é dentro de um ano falar completamente o inglês americano ‘. Ela disse: ‘Gal, querida’ – ela parecia que era 6 anos mais velha, adorável, cheia de compaixão – ela disse: ‘Gal, isso não acontecerá.’ Eu fiquei tipo, ‘Do que você está falando? Serão três dias por semana durante algumas horas, como se fizéssemos um acampamento fora!’ Ela disse: ‘Mas por que você quer fazer isso?’ Eu disse: ‘Eu sou igual a um nicho, com meu sotaque. Eu tenho que ser a menina internacional. Não há uma garota internacional em cada filme! Isso reduz minha oportunidade.”

“Ela disse, ‘Sim, mas você sabe de uma coisa? Você é especial assim. Você tem alguma ideia de quantos americanos estão em Los Angeles, procurando papéis, que parecem mais americanos do que você, que soem mais americanos do que você? Apenas seja você.'”

O conselho se mostrou profético. Em 2013, os executivos da Warner Bros. e o diretor Zack Snyder estavam realizando testes de tela para interpretar Mulher-Maravilha no filme Batman vs Superman – A Origem da Justiça. O papel era pequeno, uma espécie de introdução. Eles precisavam de alguém que estivesse carregada de carisma, beleza, força e graça, e que encantasse todos os gêneros – alguém com atitude – para ficar a frente de uma franquia em potencial.

“Esta foi a primeira vez que a colocamos em frente a câmera”, lembra Snyder. “Foi um teste de química com Gal e Ben [Affleck], filmando uma cena que eu escrevia para ver como Batman e Mulher-Maravilha – como Bruce Wayne e Diana Prince – ficariam quando estivessem juntos. Era uma cena intensa, um momento em que eles estavam tendo uma discussão sobre seus planos e se ela iria se juntar a ele ou não. A tensão se formou, e no final ela disse: ‘Eu não sou a única com problemas aqui, Bruce; você também tem.’ Você realmente via como ela poderia competir com Ben. Ele deveria assisti-la ir e depois sair de cena. Em vez disso, ele a observou sair, virou-se lentamente, olhou diretamente para a câmera e fez uma careta e um ‘Wow, ela é incrível!’. Todos nós soubemos que ela era a única.”

“Eu não tinha visto nenhum outro trabalho”, admite Affleck. “Mas ficou claro que não só ela poderia fazê-lo, mas realmente precisávamos tê-la; que ela poderia fazer algo excelente com esse personagem que realmente é muito mais difícil de interpretar do que parece. Não se aproximando do campo ou excessivamente grave – é uma linha muito boa para desenhar. E ela também está no ponto de partida como um super-herói feminino carregando um filme. Havia muita pressão em cima dela.”

Você nunca saberia disso. Depois de Batman vs Superman, Gadot estava em Atlanta filmando a comédia de espionagem subestimada Vizinhos Nada Secretos, ao lado de Hamm, Zach Galifianakis e Isla Fisher. “Eu sabia que ela estava prestes lançar Mulher-Maravilha e Liga da Justiça e tudo mais”, diz Hamm. “E eu só pensei, ‘Oh Deus, você está prestes a participar de uma viagem de foguete ao redor do mundo, como 100 milhas por hora.’ Mas ela era tão otimista sobre isso, e madura. Muitas pessoas, se estiverem fazendo muito, começam a atuar e comportar-se mal. Gal, nunca.”

Quando finalmente deixamos nossos três super-heróis de Batman v Superman, eles haviam salvado a humanidade, mas estavam sem um jogador, quando o Superman levou uma lança de Kryptonita pelo time. No novo filme da Liga da Justiça, todo o planeta está novamente ameaçado e não apenas pela Coreia do Norte.

O dever chama, e Batman e Mulher-Maravilha se unem mais uma vez, trazendo outros heróis da DC para a luta. “Há uma espécie de aspecto do filme Sete Homens e um Destino para a formação do grupo”, diz Affleck. E entre os dois personagens principais, uma questão sobre a química retorna: Será que eles vão, não vão, por que eles não? Brincadeira!

Um garçom estabelece dois pratos, cada um com uma fatia de algo translúcido, e solta, “Sem molho de soja!”Oh, é tão pequeno e fofo!”, diz Gadot. Ela dispara para sua boca, faz um grande show ao saborear. “Olhe para nós! Você é de Oklahoma!” (Na verdade, Dakota do Sul.) “Eu sou do Oriente Médio. E estamos aqui e o sol está brilhando e estamos comendo uma ótima comida. Devemos agradecer”.

Foi em um restaurante de sushi em Atlanta que Gadot e Jenkins se conheceram pela primeira vez em 2015 para discutir sua visão sobre Mulher-Maravilha. Jenkins tinha sido contratada com pressa depois que a diretora original de Mulher-Maravilha, Michelle MacLaren, abandonou por diferenças criativas. (Foi relatado que MacLaren, conhecida por alguns dos episódios mais empolgantes de Breaking Bad, Game of Thrones e The Walking Dead, tinha uma Mulher-Maravilha mais badass em mente.)

“Patty disse: ‘O que queremos que este filme seja?'”, Disse Gadot. “Concordamos que tínhamos que atrair por ter uma obra-prima com uma mensagem profunda – não de uma forma pesada, mas de uma forma divertida, de uma maneira interessante”.

Sem problemas. Jenkins, mais conhecido por Monster de 2003, um biografia indie criticamente aclamado sobre o assassino em série Aileen Wuornos, conhecia a pegada exata para assumir o projeto da super-heroína. Como ela havia feito na humanização de Wuornos, ela viu Diana Prince de dentro para fora. “Eu estava interessada em fazer uma viagem pelo seu ponto de vista”, disse Jenkins. “Eu era apenas uma pessoa olhando para outra pessoa e contando uma história sobre como é ser ela”.

Pegue a sequência emocional em que a Mulher-Maravilha anda, então corre, sozinha em um campo de batalha da Primeira Guerra Mundial – terra de ninguém – para libertar uma pequena cidade de soldados alemães. Ela não sabe que ela não vai morrer – é apenas durante sua luta para sobreviver que ela descobre a verdadeira força de suas superpoderes. “Essa cena é meu orgulho e alegria”, diz Jenkins. “Porque é sobre sua transformação para a Mulher-Maravilha, ao invés de assistirmos a Mulher-Maravilha aparecendo.” É o motivo pelo qual o filme de US$149 milhões arrecadou US$820 milhões em todo o mundo.

Para Gadot, a cena é especialmente pesada. Seu avô Abraham Weiss tinha 13 anos quando os nazistas invadiram sua aldeia de Munkács na Tchecoslováquia. Seu pai morreu lutando no exército. Weiss, sua mãe e seu irmão foram enviados para Auschwitz (Campo de concentração em Oświęcim, Polônia); Ele era o único em sua família que sobreviveu no campo. Weiss faleceu em 2014. “Uma das histórias que estou desenvolvendo é sobre o Holocausto pelo ponto de vista das mulheres”, diz Gadot. “Eu sinto que isso faz parte da minha missão, para contar a história, porque era um horror, e ele sempre me disse que se você esquece sua história, a história se repetirá – especialmente agora, com tudo o que está acontecendo.”

“Gal foi perfeitamente escalada em um momento em que a notícia é sobre igualdade e justiça para mulheres, igualdade e justiça em todo o mundo”, diz Robin Wright, que interpreta a tia de Diana, a Antiope, uma feroz general de Themyscira, no filme. “Que ela encarnou a super-heroína feminina que representa isso? É por isso que se tornou global. Foi sincronismo.”

Você pode imaginar Mulher-Maravilha com um sotaque americano? De jeito nenhum.

Não seremos o portador de notícias falsas, mas é altamente provável que Gadot seja uma agente do Mossad, aqui em uma missão para recrutar uma Liga de Justiça das mulheres. A partir da inteligência incompleta obtida até agora, outros membros provavelmente incluem:

Penélope Cruz: sua atriz favorita.

Wright: A estrela de seu filme favorito, A Princesa Prometida, acabou de jantar com Gadot e Jenkins quando me ligou para a entrevista por telefone. “Nós dissemos: ‘Temos que fazer isso uma vez por mês!'”

E a colega de elenco de Gadot em Batman vs Superman e Liga da Justiça, Amy Adams? Definitivamente, se ela sabe ou não. “Curiosamente, estou realmente com Gal agora”, diz Adams, rindo no telefone enquanto as crianças das duas estrelas brincam no fundo. Gadot diz alguma coisa, e Adams grita: “Não, venha! Eu vou brincar com você!”

“No primeiro filme, nós só tivemos uma cena juntas – quando o Superman morre – então, tudo o que eu conheço dela foi fora do trabalho”, continua Adams. “Eu sou um pouco tímida, e Gal disse: ‘Não me importo se eu tiver que persegui-la! Você me enviará uma mensagem, e nós seremos amigas.’ E você quer saber? É difícil você dizer se sente lisonjeada por alguém te perseguir por uma amizade, mas fiquei realmente lisonjeada por ser uma pessoa tão interessante e bem equilibrada. Estou realmente resistente porque ela está bem aqui. Ela é definitivamente uma girl-crush material.”

O diretor de Velozes & Furiosos, Justin Lin, sentiu algo misterioso sobre Gadot desde o início. “Ainda me lembro de sua fita de audição”, diz Lin, que deu à atriz sua grande oportunidade em Hollywood em 2009. “Muitas outras atrizes estavam fazendo a cena. Mas Gal me fez sentir, eu queria realmente saber mais sobre ela. Havia tanta profundidade, como uma vida anterior. Havia algo desconhecido sobre ela.” Ele ri, talvez com as falsas novidades. “Toda vez que eu me sentava com ela em uma refeição, eu descobriria algo: ‘Sim, eu estava no exército…'”

Muito sobre Gal Gadot é certo, de acordo com o dossiê do Departamento de Justiça: cresceu com sua irmã mais nova, Dana, fora de Tel Aviv, em Rosh Ha’ayin, uma pequena cidade onde seu pai, Michael, trabalhou como um engenheiro mecânico e sua mãe, Irit, como professora de física.

Teve, de acordo com Gadot, uma infância feliz: “O esporte era uma grande coisa – o tédio é o maior inimigo da juventude. Quando os adolescentes estão ocupados, especialmente com os esportes, eles conseguem liberar todas essas endorfinas, toda a frustração ou o que você sente.” Dito isto, ela também exerceu um talento inicial para as coisas ilegais. “Eu era muito boa em esconder as coisas! Você sabe, fugindo da escola; Você sai e diz aos seus pais que vai sair com sua melhor amiga, e você vai encontrar o namorado, você vai fumar…

Uma líder de torcida de futebol, jogadora de basquete e dançarina de hip-hop, Gadot se formou no ensino médio e foi coroada Miss Israel em 2004, antes de servir os dois anos obrigatórios nas Forças de Defesa de Israel (IDF) como instrutora de combate.

Com sua obrigação cumprida, Gadot – na velocidade e sua vida – entrou na faculdade de direito, começou a modelar, deixou a faculdade de direito e foi lançada em Bubot (“Babes”), uma série de scripts israelitas de curta duração que seguia a vida das modelos.

Dentro de dois anos, ela entrou em Velozes & Furiosos. Entre a retomada de seu papel em três dos filmes da franquia, uma pequena parte a levou a outra: Entourage: Fama & Amizade, Uma Noite Fora de Série, Encontro Explosivo, Mente Criminosa, e antes que você possa dizer “couro vermelho, nunca couro amarelo” cinco vezes rápido – seu exercício de diálogo – Gadot tornou-se a estrela de cinema mais poderosa de Hollywood.

“Meu agente a conheceu e disse: ‘Você e Gal têm que fazer uma comédia juntas’, diz Adams. “Então agora eu estou escrevendo uma comédia para nós. Não estou brincando. Também vamos trazer Isla [Fisher]”.

Enquanto isso, de volta ao nosso secreta localização de sushi em Los Angeles, cada vez que Gadot inclinava a cabeça e tocava aquele pequeno aro de diamante na orelha esquerda superior, como um sinal acordado, aparecia o garçom irritado. “Não há wasabi!”

Gadot conseguiu o piercing na cartilagem em seu aniversário. “Eu fiz aos 28 anos, e eu senti, meu Deus, este é um número sério – todo mundo tem seu número. Eu disse, ‘Eu tenho que fazer algo para me sentir jovem novamente’. Sou muito covarde para fazer uma tatuagem”.

Ela deixa as tatuagens para o marido, o desenvolvedor imobiliário multimilionário de 42 anos, Jaron Varsano. “Mas”, ela diz com carinho, “eu não posso te dizer o que elas são”.

Os dois se conheceram em um retiro do deserto onde Gadot, na época com 20 anos, tinha ido curar múltiplas rupturas do coração. “O namorado no colégio com o qual eu tinha ficado por quatro anos, tivemos nossos caminhos separados, e eu estava bem com isso”, diz ela. “Mas então eu tive outro relacionamento e outro relacionamento, e eles eram todos mais velhos do que eu, e eles continuaram terminando comigo! E eu sou como um filhote de Labrador – eu só preciso estar com alguém, ser amado e abraçada. Eu amo rir. Eu não gosto de estar sozinha.”

“Então, como um cachorro chutado, eu fui ao deserto e eu peguei Falling in Love: Why We Choose the Lovers We Choose, um livro de psicologia universitária. Ele fala sobre o que nos desencadeia como pessoas, pelo que somos afetados, o fato de que não existe um maneira exata para você se apaixonar. Você não cai na rede do amor.”

“Então Jaron chegou lá com amigos em comum, e todos ficamos na mesma área da duna em tendas. E ele veio, e ele nem me olhou duas vezes. E isso me irritou porque ele me pediu uma lâmpada, e eu dei a ele, e ele simplesmente” – ela olhou para o outro lado. “O que há com o excesso de confiança?”

“A comida estava tão ruim ali, como comida nada atraente”, continua Gadot. “Então, Jaron dirigiu até um restaurante francês uma hora e meia a partir dali, ele comprou o menu inteiro e trouxe de volta para todos. Então estávamos sentados em um círculo, e eu era como Mamãe Gansa servindo comida para todos e pegando os pratos; e ele estava sentado ao meu lado, e eu simplesmente coloquei minha mão em sua coxa, e foi por ele. Começamos a falar até o sol se pôr e o sol nascer. Por toda a noite”.

Eles têm duas filhas – Alma, de cinco anos e Maya, de nove meses – e depois de nove anos de casamento, Gadot ainda está apaixonada. “Ele é meu Superman, o amor da minha vida… até onde posso ir com isso?” Muito longe.

A conta paga, Gadot pisca em despedida ao chef atrás do sushi bar e, com um sotaque americano perfeito, diz: “Incrível, cara! Adorei, cara!” Ela aponta para um sinal: NENHUM ROLINHO SPICY TUNAPICY. NENHUM ROLINHO CALIFÓRNIA. “Veja, eu disse”, diz ela.

Do lado de fora, o SUV preto está em marcha lenta. Gadot, numa tentativa generosa de sequestro, me oferece uma carona para o hotel. Dentro do carro, ela apresenta a amiga Noa Dolev, que montava uma espingarda, ao lado do motorista. As duas mulheres se conheciam desde os oito anos. Dolev, 32, trabalha para uma organização de manutenção da paz que se concentra no conflito israelo-palestino. “Noa era uma novata” na sua escola, diz Gadot. “A professora disse à mãe de Noa que deveria ligar para minha mãe, e que devíamos nos encontrar para brincarmos, e foi isso!”

“Sim, e então nos apaixonamos!” Dolev riu.

Pedi para Dolev me contar como era sua melhor amiga durante a adolescência, e ela se virou para Gadot. “Posso dizer?”

Elas começaram a falar hebraico rápido, duas meninas rindo.

“Na escola, Gal foi a garota mais amigável e muito popular”, diz Dolev. “Eu era o problema”.

“Noa é muito leal”, diz Gadot, sorrindo para ela.

À medida que viramos na esquina para Sunset Boulevard, há 40 pés um quadro de Liga da Justiça apareceu. Lá está ela, Mulher-Maravilha, na frente e no centro. Apenas o tipo de super-herói que esse planeta louco, incerto, perigoso e giratório precisa.

 

Fonte | Tradução e adaptação – Gal Gadot Brasil

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